Desperdício Financeiro e Política de Idiomas

Se você está lendo esse post, provavelmente é da área de RH, ADM ou gestor(a) de uma empresa inteligente.

 

Para começar a contar um pouco sobre nosso trabalho com a política de idiomas, é importante esclarecer o conceito dela e o motivo de ser tão importante para o crescimento das empresas.

 

Acompanhe com a gente… 

 

O que é a Política de Idiomas? 

 

Normalmente é o termo que rege todo o procedimento das empresas em relação às questões que envolvem idiomas, desde a contratação dos colaboradores, subsídio financeiro, quem é elegível ou não a essa porcentagem, metas e objetivos de desenvolvimento e talvez o principal seja: a relação entre a posição que o colaborador ocupa e o nível desejado de idioma para o mesmo. 

 

Como hub de educação em idiomas há mais de 45 anos, entendemos que não há “receita de bolo” para nada. Cada aluno é uma essência, assim como cada negócio tem suas individualidades, por isso, nós optamos por desenhar uma solução diferente para cada instituição que nos contrata. 

 

Cada organização vive um contexto diferente e para sermos sempre eficientes em nosso trabalho de consultoria para política de idiomas, seguimos uma metodologia de cinco passos. Entenda:

 

  1. Mapeamento pedagógico. Essa etapa consiste em diagnosticar o nível de proficiência no idioma escolhido de cada executivo;
  2. Fazer a relação entre job description e nível de idioma. Para isso usamos uma régua internacional, a CEF (Common European Framework) que divide em seis quadrantes o nível de conhecimento;
  3. Definição de grupos prioritários. Muitas empresas cometem o equívoco de distribuir igualmente o subsídio para todos os colaboradores, mas é evidente que nem todos vão usar o idioma estrageiro para o crescimento da empresa. Nós te ajudamos a decidir quais os setores e colaboradores que trarão mais retorno para a instituição a partir do investimento feito e os objetivos e metas da empresa; 
  4. Desenho do programa personalizado com um composto de soluções sinérgico com o diagnóstico feito, e ligação de subsídio com metas claras a partir da CEF para garantir que a empresa não terá prejuízo financeiro. No Michigan, não colocamos todas as empresas dentro de um mesmo padrão, todas as propostas são “tailor made”;
  5. Aplicação e acompanhamento do desenvolvimento de cada aluno. Caso algum colaborador não esteja desempenhando o desejado, quantitativa e qualitativamente, nós estamos sempre de olho junto aos seus líderes e gestores, com o objetivo de ajudá-los a permanecer no foco do programa desenhado.

Com nossa experiência, entendemos também uma regra de ouro que mudou nosso negócio: para que os programas dêem certo, é necessário intensidade e liderança. É importante que os gestores motivem os colaboradores a comprar a ideia de que o aprendizado de idiomas é uma etapa fundamental para o sucesso da empresa e, automaticamente, deles também. Não é apenas convencê-los a fazer, é compartilhar os planos deixar que sejam protagonistas se assim desejarem. 

Se você gostou do que leu e quer entender mais sobre o tema, recomendamos que assista ao webinar a seguir e entre em contato com a gente pelo botão do WhatsApp ao lado. 

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